Perguntas frequentes
Disfunções da Próstata
Saiba mais sobre diagnóstico para as principais disfunções e alterações.
Sim, o câncer de próstata pode causar impotência (disfunção erétil), especialmente se o tumor interfere com nervos e vasos sanguíneos que controlam a ereção.
Além disso, tratamentos para o câncer de próstata, como cirurgia, radioterapia e terapia hormonal, também podem aumentar o risco de impotência. Consultar um médico é essencial para entender os riscos e explorar opções de preservação e tratamento da função erétil.
A incontinência urinária após o câncer de próstata é possível, especialmente após tratamentos como cirurgia e radioterapia, que podem afetar a função da bexiga e do esfíncter urinário.
Em alguns casos, a incontinência pode ser permanente, mas muitos pacientes recuperam o controle urinário ao longo do tempo com terapia física, exercícios de fortalecimento e, em alguns casos, procedimentos adicionais. O acompanhamento médico adequado é essencial para gerenciar e minimizar esse risco.
A cirurgia para remover o tumor de próstata pode causar impotência (disfunção erétil) como efeito colateral, especialmente se os nervos responsáveis pela ereção forem danificados durante o procedimento. No entanto, avanços técnicos como a preservação nervosa podem reduzir esse risco.
Muitos homens recuperam a função erétil ao longo do tempo com tratamentos como medicamentos, terapia sexual e dispositivos. Consultar um urologista é crucial para entender os riscos e opções de tratamento.
A cirurgia para remover o tumor de próstata pode causar infertilidade temporária ou permanente, pois pode danificar os ductos ejaculatórios ou reduzir a produção de sémen. A preservação da fertilidade pode ser possível com técnicas como a extração de espermatozoides antes da cirurgia.
No entanto, isso depende da extensão do dano e das condições específicas de cada paciente.
As próteses penianas disponíveis incluem próteses maleáveis, infláveis de dois componentes e infláveis de três componentes. Próteses maleáveis consistem em hastes sólidas, enquanto as infláveis possuem cilindros para inflar, com as de três componentes oferecendo uma ereção mais rígida e natural.
Os critérios de elegibilidade geralmente incluem histórico de disfunção erétil refratária a outras formas de tratamento e saúde física para passar pela cirurgia, além de disposição para seguir as orientações pós-operatórias.
A recuperação envolve repouso e restrição de atividades físicas intensas. Inchaço, dor e desconforto podem ocorrer nos primeiros dias ou semanas, melhorando com o tempo.
Os riscos incluem infecção, hemorragia, mau posicionamento da prótese e ruptura ou vazamento dela. É crucial discutir esses riscos com o cirurgião antes da operação.
Varia de 5 a 10 anos ou mais, dependendo do tipo de prótese e fatores como idade do paciente e conformidade com as instruções de manutenção.
Geralmente não afeta, e muitos pacientes relatam melhora na qualidade de vida e satisfação sexual após o implante.
Envolve o uso regular para manter a elasticidade dos tecidos e seguir as instruções do fabricante para limpeza e manutenção adequadas.
Podem incluir remoção da prótese e/ou tentativas de restaurar a função erétil natural por meio de outros tratamentos, como terapia com ondas de choque ou cirurgia vascular.
Geralmente os pacientes são aconselhados a evitar atividades extenuantes ou sexo com penetração durante o período inicial de recuperação.
Envolve uma discussão abrangente com um urologista especializado, revisando o histórico médico do paciente, discutindo os tipos de próteses disponíveis, avaliando os riscos e benefícios e respondendo as perguntas ou preocupações do paciente.
Confira as principais dúvidas e suas respostas
Sabemos que as dúvidas sobre doenças da próstata podem surgir ao longo da jornada de saúde. No Instituto da Próstata do Hospital Moriah, reunimos respostas às perguntas mais comuns que nossos pacientes compartilham conosco. Explore este guia informativo para saber mais e iniciar em sua jornada com confiança.
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